quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Repensando a aprendizagem


A postagem analisada “Aprendizagem” faz comentários sobre dificuldades de lidar com os ambientes virtuais e da ansiedade que estes momentos trazem. Confesso que ao reler a postagem senti um pouco de vergonha de expressar  tamanho desespero, mas penso que é importante refletir e compreender as etapas que vivenciamos. Observei a escrita e também experimentei o papel de leitor das postagens escolhidas para serem analisadas, enfatizando esta postagem referida, no atual momento presente. Seu título pouco contribui com o conteúdo. Também a formatação do texto, mesmo que inserido em um Blog, onde o uso é menos convencional, deixa a desejar.
Em pleno penúltimo semestre posso afirmar que aprendi muito, até  a maneira de enfrentar situações problemas, quando percebo que estou em situações onde há acúmulos de tarefas do presente curso ou da escola, a qual leciono, lembro-me das palavras da professora Rosane Aragon, Calma, Calma e Calma. E realmente quanto mais agitada e nervosa, menos consigo produzir ao que é preciso ter paciência, muitas vezes, insistir e compreender o momento de parar, retornando posteriormente.
E repensando as aprendizagens adquiridas no primeiro semestre do curso, lembrei-me da tabela do tempo e retornei a usar de modo que abrange todos os eventos, tarefas não somente do curso, mas atribuições da escola que leciono. E quando não realizo determinada atividade, já estou sabendo que terei que realizar posteriormente, mas procuro colocar menos tarefas que costuma produzir, para não desanimar.
Quanto ao titulo da postagem analisada: Aprendizagem, este conceito esta sendo amplamente abordado em muitas disciplinas ao longo do curso, lembro na disciplina de Psicologia ter sido disponibilizado um fórum para que eu e os colegas colocassem primeiramente os conceitos que tínhamos em definição teórica, simplesmente utilizando nossas palavras  e posteriormente pesquisando materiais propostas na disciplina, ou em outros materiais que escolhêssemos.
De acordo com a o site  https://pt.wikipedia.org/wiki/Aprendizagem Aprendizagem é o processo pelo qual as competênciashabilidadesconhecimentos, comportamento ou valores são adquiridos ou modificados, como resultado de estudoexperiênciaformaçãoraciocínio e observação. Este processo pode ser analisado a partir de diferentes perspectivas, de forma que há diferentes teorias de aprendizagem. Aprendizagem é uma das funções mentais mais importantes em humanos e animais e também pode ser aplicada a sistemas artificiais.”
Mas repensando a amplitude da aprendizagem e condições básicas, o professor é desafiado a despertar motivos para a aprendizagem, tornando a sala de aula um ambiente estimulante, dialogando com o aluno e abrindo novos caminhos, e possibilidades para uma maior eficiência no processo ensino e aprendizagem, colaborando para uma sociedade com pensamento reflexivo e  crítico.

Escolas engaioladas ou livres


O texto da postagem analisada Escola, gaiola ou asa? é maravilhoso, trazendo uma ideia das consequências do sistema de educação mal estruturado, sem foco e objetivo. 
“Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.”
Na postagem analisada relato a importância da postura do professor frente as possibilidades e dificuldades dos alunos, além de relatar uma experiência enquanto aluna, enquanto estudava na terceira série no primeiro grau, hoje conhecida como a series iniciais do Ensino fundamental, ao ler o texto, senti-me livre, muitos “monstros” foram destruídos dentro de mim, pelo menos naquele momento.
 O texto citado remete a muitas reflexões quanto a educação como a formação e cidadania de pessoas passivas e fáceis de manipular ao invés de seres autônomos livres. As escolas devem desempenhar o papel de asas, para que assim seus alunos cresçam profissional e pessoalmente. Deve abrir caminhos para que os nossos alunos aprendam e possam voar em busca dos seus objetivos.
Paulo Freire crítica a educação tradicional bancaria onde se deposita conteúdos sem significado para ao aluno ao invés de propiciar uma educação crítico-transformadora, que valorize o aluno como sujeito do processo de ensino.
Rubens Alves nos leva a refletir nossas práticas pedagógicas; o contexto escolar em que vivemos e o papel da escola que é assegurar que a massificação não ocorra para que a liberdade de pensamentos se estabeleça. Freire ressalta a importância de uma formação permanente, todo seres são inacabados em constante processo de busca e construção.

Sala de aula, lugar de prazer.


A postagem analisada O prazer de estar em sala de aula relata minha experiência como aluna do Pead e a espera de muito tempo para retornar a estudar, ou seja, dar aprimoramento a pratica docente, além de outras aprendizagens significativas como manuseio de ferramentas digitais e compartilhamento de ideias. Mas a postagem, na verdade, foi a segunda que realizei no blog, com intencionalidade de realizar a tarefa do numero de postagens solicitadas para a realização do workshop de avaliação integrada e posteriormente o termino do semestre, falhando em argumentos e formatações, além não expressar de forma clara as ideias e conceitos sobre o fato do prazer de estar em sala de aula.
Abrangendo a postagem analisada sobre o prazer de estar em aula como aluna do Pead para o ambiente de trabalho, reflito sobre situações ocorridas durante o nosso horário de intervalo como, por exemplo, algumas lamentações sobre os baixos salários e sobre a indisciplina e desinteresse das famílias dos alunos e ainda dos alunos, além de eventualmente trabalharmos em registros de presença e confecções de materiais, devido a não termos planejamento adequado. Por ser tratar de uma escola de educação infantil, contamos muito com o empenho e auxilio em tarefas e produções das crianças, mas realmente é lamentável a falta de apoio, o que prejudica notoriamente a aprendizagem e desenvolvimento das crianças.
Mas repensando, como é a sala de aula na perspectiva do aluno? Muitas vezes tenho a sensação de que estou acertando, percebendo que as crianças apresentam algum tipo de prazer em aprender. O que resulta em pessoas mais criativas e confiantes em si mesmos, capazes de desenvolverem atividades diversas, às quais certamente se dedicarão com mais seriedade e, claro, com prazer.
Muitas vezes, as esperanças estão depositadas na sala de aula, e de fato muitas coisa acontece ali.  Pode ser o inicio do sucesso ou um local de frustração. Noto que quando eles chegam são recebidos pelos colegas, até mesmo perguntando que brincadeira trouxe, para compartilhar. É muito interessante, perceber que gostam quando eu estou na sala e me perguntam com uma meiguice no olhar, se eu vou ficar ou vai sair, pois temos momentos de planejamento, ficando outra professora na sala. Apesar de eu ficar satisfeita, procuro fazer com que sintam confiança e estabeleçam amizades com outros professores.
Na sala de aula, acontecem as relações entre professores e os alunos, e dos alunos entre si. É o prazer da convivência que vai motivar os alunos a retornarem à escola. É importante o ambiente da sala de aula: que seja limpo, que seja bem decorado, que seja bem claro, que seja atraente. Cada vez que vou doar um jogo ou brinquedo, e exponho na sala algo novo, compartilho com eles, antes de doar ou colocar. Doou bolsas velhas, um dia apareci com um celular novo, as crianças me perguntaram quando eu iria trazer o velho, para brincarem, ao que respondi que não tinha mais o celular, prontamente me indagaram: Professora! Tu vendeste?
sala de aula é o local ideal o exercício da cidadania, participação, da vivência e da convivência. Sei que é preciso parar de culpar gestores, ou reclamar da falta de recursos pedagógicos, escassez de planejamento, falta de participação dos pais, percebendo que o mais importante é que os alunos se desenvolvam e aprendam de forma eficaz e prazerosa.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Inovações


Mapa conceitual sobre inovações pedagógicas e tecnológicas 

Refletindo a cerca das inovações no campo pedagógico e no campo tecnológico  que tem surgindo em nossa época. É coerente pensarmos em mudanças em nosso cotidiano, pois, essas inovações sugerem novos modos de viver, aprender, de ver o mundo, considerando diversos aspectos na história coletiva e individual de cada um de nós e do outro (a palavra “outro” refere-se a pessoa com que temos alguma tipo de relacionamento).
Portanto, pensar inovação pedagógica e inovação tecnológica apesar de estarem intimamente ligadas não implica necessariamente definir que estas são simultâneas e complementares. Entendo inovações como produto da ação humana que transformam o meio social. 
Por isso as inovações pedagógicas, uma vez que a educação tem como finalidade a transformação da sociedade. É preciso romper com a forma tradicional do processo de ensino e aprendizagem.
Vimos um vídeo na disciplina de Educação e Tecnologias da Informação e da Comunicação no qual a professora apresentava a tabuada de forma reprodutora, em um momento da aula,  entra o diretor da escola que propõe mudanças na metodologia da aula, inserido muitos computadores onde a professora utiliza a ferramenta tecnológica disponibilizada de forma parecida ou igual anterior quando apresentava a tabuada no do quadro a mesma postura de ensino e de aprendizagem dos paradigmas tradicionais, baseados nos modelos científicos originários do determinismo, do empirismo e do positivismo que, por sua vez, dão sustentação à educação tradicional, baseada no princípio da memorização e repetição do conhecimento considerado válido,. 
 É preciso que a inovação dar-se-á no momento em que houver uma transformação das relações e do contexto, por meio da ação humana, das instituições e da própria sociedade, na forma de compreender a própria educação.Ou seja, utilizar as inovações tecnologia de forma a oportunizar inovações pedagógicas, onde se favoreça a autonomia, visão critica do mundo, da sociedade e cultura individual e coletiva de cada um de nós, favorecendo um educação libertadora preconizada por Paulo Freire,Paulo Freire (1921-1997) foi o mais célebre educador brasileiro.



domingo, 17 de junho de 2018

Metade


Esse texto da letra da música foi colocada antes do término da aula de Linguagem e Educação, trazendo um ambiente de tranquilidade e harmonia e ao pensar o quanto é necessário termos equilíbrio em tudo aquilo que pensamos ou fizemos. Às vezes, a correria do dia a dia é tão intensa que não nos permitimos pensar, relaxar e refletir a cerca de coisas tão simples e ao mesmo tempo complexas, dependendo de  nosso ânimo devido a circunstâncias.
Realmente, é preciso organizar-se quanto as tarefas das disciplinas do curso, horas complementares, expectativas quanto ao estágio e ao TCC, trabalho de conclusão do curso, além das atribuições docentes, pois leciono em uma turma de jardim de educação infantil, com planejamento bastante infrequente devido a faltas no quadro e atestados médicos, entre outras atribuições que possuímos, precisando ter coragem, mesmo com medo, ter esperança, apesar das dificuldades, ter paciência, apesar da ansiedade, e muitas vezes lembramos da infância, doce fase. 




Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio que a morte de tudo em que acredito não me tape os ouvidos e a boca pois metade de mim é o que eu grito a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe seja linda ainda que tristeza que a mulher que amo seja pra sempre amada mesmo que distante pois metade de mim é partida a outra metade é saudade.
Quer as palavras que falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos pois metade de mim é o que ouço a outra metade é o que calo.
Que a minha vontade de ir embora se transforme na calma e paz que mereço que a tensão que me corrói por dentro seja um dia recompensada porque metade de mim é o que penso a outra metade um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste e o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável que o espelho reflita meu rosto num doce sorriso que me lembro ter dado na infância pois metade de mim é a lembrança do que fui a outra metade não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria pra me fazer aquietar o espírito e que o seu silêncio me fale cada vez mais pois metade de mim é abrigo a outra metade é cansaço.
Que a arte me aponte uma resposta mesmo que ela mesma não saiba e que ninguém a tente complicar pois é preciso simplicidade pra fazê-la florescer pois metade de mim é plateia a outra metade é canção.
Que a minha loucura seja perdoada pois metade de mim é amor e a outra metade também.
Compositores: Oswaldo Montenegro / Oswaldo Viveiros Montenegro
Letra de Metade © Warner/Chappell Music, Inc
Artista: Oswaldo Montenegro
Álbum: Ao vivo
Data de lançamento: 1997





Refletindo sobre o desenvolvimento e aprendizagem


Na aula presencial de Linguagem e Educação contamos com a presença das professoras Aline da disciplina de EJA e Ivany da disciplina de Linguagem e Educação, onde foram feitas considerações acerca da origem do desenvolvimento humano. Refleti a importância de compreender as fases e estágios do desenvolvimento, não de forma estática, mas compreendendo a realidade de cada pessoa considerando aspectos culturais, cognitivos, sociais, afetivos, entre outros que contribuam de forma significativa para nos auxiliar em nosso papel docente e também discente oportunizando uma relação construtivista na escola e na educação em geral.
Grafando-se sobre os planos genéticos expostos no quadro:
1° plano: Filogênese: História, espécie, ser humano com membro de uma espécie, limites e possibilidades de desenvolvimento, espécie humana.
2° plano: Ontogênese: Desenvolvimento do ser, estágios, sequência passageira.
3° plano: Sociogênese: Local onde o sujeito se insere, cultura, as potencialidades, organiza o desenvolvimento, os saberes de forma diferente. Possibilidade dos saberes.
4° plano: Microgênese: História de cada pequeno fundamento psicológico. Não existem duas histórias iguais, história singular, momento essencial de cada sujeito.
Na aula presencial foi destacado que o ser humano consegue caminhar, por exemplo, mas pode voltar pode voltar a engatinhar, progressivamente formando um conjunto de competências no processo de aprendizagem que ele esteja caminhando, estando no plano Odontogenético, Piaget deu bastante atenção para ele, plano dos estágios, da diferença, entre uma idade e outra havendo mudanças de estágios.  O terceiro plano que é popular, é o Sócio genético, plano de Vygosky, onde destaca a influência da cultura na aprendizagem. A professora Aline citou um exemplo: Uma criança que nasce na Amazônia tem diferenças de uma criança que nasce no interior do Rio Grande do Sul, ou em outro lugar. A aprendizagem que a cultura vai incluir no sujeito, pela simples questão do sujeito estar inserido.
Também destacou a questão do idioma como outro exemplo, sendo um conteúdo que nos leva a pensar inúmeras expressões linguísticas, possui menos palavra que o outro tipo de idioma, menos vocábulos, gírias. Havendo sociedades mais silenciosas do que outras, destacando idioma não somente como uma organização de palavras ou uma forma de falar, mas como uma marca cultural de expressão. Na Língua portuguesa tem muitas formas de dizer uma mesma coisa, já a Língua Inglesa é muito sintética, objetiva.
No quarto plano Micro-genético: A intersubjetividade, a marca psicológica da aprendizagem que temos mesmo estando na mesma cultura aprendeu de maneiras diferentes, é o plano bem completo para pensar o pensamento, pois ele tem um marcador bilógico, ou seja, ritmo de desenvolvimento.
Os quatro planos estão interligados nenhum esta superposto ao outro. Para pensarmos desenvolvimento e aprendizagem, implica em pensar em um dinamismo cognitivo, verbal, motor, afetivo.
Mas a pergunta: Porque alguns aprendem e outros não? Alguns não possuem a competência, temos que voltar e exercitar características do estágio anterior. Por exemplo: Alunos da EJA têm uma ideia que está inserida no último estágio de Piaget supondo-se que estão no apêndice, ou seja, no pensamento formal abstrato, elaborando hipóteses, deduções, embora ele tenha a idade adulta, ele não faz abstrações lógicas, como é esperado neste estágio.
Precisamos fazer desafios, investimentos para que estes alunos pratiquem o estádio. Ele não vai chegar ao estádio do pensamento formal abstrato, caso ele não tiver experiências com o concreto. A criança pensa numa onça, quando ela já aprende o que é uma onça, ela consegue representar no pensamento, o conceito onça, a imagem onça, deixa de ser nada para ser alguma coisa ‘capacidade de representação.
Ex: Aprendizagem de número: Número é conceito, símbolo e objeto simultaneamente. Ele tem nome, quantidade, símbolo, sendo muito complicado para quem não fez as abstrações. È Preciso processo de seriação, classificação construção do número.  Não deixar de utilizar o material concreto, é preciso voltar para os discentes que ainda precisam. È importante ter um alfabeto móvel, formato, como se pronuncia.
Questão importante: Querer ensinar tudo para todos do mesmo jeito.  Penso que somente esta afirmação já seria suficiente para novas postagens. Mas voltando ás aulas do Pead, como esta, por exemplo, realmente nos levam a refletir sobre o ensino e a aprendizagem de forma construtivista.

"O desenvolvimento é um longo processo marcado por saltos qualitativos que ocorrem em três momentos: da filogênese (origem da espécie) para a sociogênese (origem da sociedade); da sociogênese para a ontogênese (origem do homem) e da ontogênese para a microgênese (origem do indivíduo único). “falta o autor, mas já pesquiso e posto”


Corpo e Movimento


Refletindo sobre os vídeos propostos na disciplina de Linguagem e Educação “Corpo e Movimento na educação infantil“ no qual “O doutor em educação física, Marco Santoro fala sobre corpo e movimento nas instituições escolares e o vídeo “O movimento do corpo infantil - uma linguagem da criança” Programa do Curso de Pedagogia Unesp/ Univesp, da disciplina D14 -- Educação infantil: diferentes formas de linguagens expressivas e comunicativas percebe-se muita conexão com a palestra da professora Tânia fortuna. Palestra que fala da importância do brincar fazendo muitas considerações sobre o corpo e movimento de forma que denuncia a negação do Corpo e supervalorização da ciência, a razão, desconsiderando que a atividade física.
A escola tem ensinando um ensaio obediente e teórico, a fila, por exemplo, Enquanto na realidade nós somos totalmente corpo, a expressão verbal, gesto, o corpo é a expressão cultural política. O corpo é tudo, não é separação entre mente e corpo. Sendo impossível a separação entre a Escola- Conceito, Corpo e Mente.
“Qualquer professor precisa ter conhecimento e entender o seu compromisso e papel fazendo com que a criança explore, Interage consigo e com os colegas, relaxando no controle” com as crianças, calmo e flexibilidade no planejamento teórico. Estudo, percepção e flexibilidade do professor, no papel social, somente essência teoria não é suficiente. Importante humildade de ensinar e solidariedade de pensar informações- olhar com direção, mas do seu jeito. Planejamento arejado, formação continuada, não estática, velocidade de conhecimento , nada é concreto, imutável,
É preciso quebrar o muro entre a escola e a família.  Entendendo que as crianças já trazem vivencias e experiências corporais, questão de estudo a faixa etária, nas crianças tem diferença de cultura e família.
Perceber a teoria de Vygostky, a chamada zona de proximidade, onde se entende que só posso dar desafios para a criança, se esses desafios, estiverem próximos daquele que ela já possui. Novos desafios, próximo do que ela já domina,auxiliando sua autoestima.  A teoria Piaget destaca a equilibração (a gente domina um novo desafio). Equilibra -Zona de conforto- então necessita de novos desafios- se desequilibra e assim sucessivamente.
Compromisso social- entender qual a sociedade dela que ela esta inserida, trazer as competências dela, que tenha significação para ela com a sua vida, prazer de aprender, se não é somente reproduzir e depois esquece. O conhecimento tem que ser pleno, progressivo, interacionista, respeitando-se as  fases que ocorreria de qualquer maneira, mas que podemos tornar eficaz e completo.
Não preparar para o futuro trabalho ou inserção em uma sociedade, mas transformar a realidade, conceitos críticos, trabalhando cooperação, e questões do afeto: problemas de violência falta de valores e cuidado trabalhar estes conceitos é necessário que a criança seja cuidada, amada, valorizada, construção em grupo e sozinha autonomia, solidariedade, se sinta capaz. Pois o ser humano é o único capaz de construir cultura, entender que as questão motores  estão ligadas a cultura, principalmente a cultura que está  a escola , identidade cultural da criança esta interligada com a cultura.   
 O movimento do corpo infantil - utilização do corpo havendo varias formas de brincar e individual a cada dia. Movimento- conhecimento do intelecto e cognitivo. Desenvolva a criança como um todo nos aspectos físico, cognitivo, social, afetivo. Exemplo À criança manifesta através do movimento mostra sua “situação”, se está alegre, triste, demonstra a sua saúde, situação saúde física e mental.
Há sugestões de atividades: Exploração diferentes de manusear o colchonete, atividades circuitos prepara para quedas e segurança, demonstra diferenças no estágio, oralidade se desenvolve e a duração da atividade dura de acordo com a idade e interesse. Exploração da percepção de materiais recicláveis, através do corpo, meio, objetos, ritmos, distância.
Crianças de zero a dois anos: à vontade para explorar seus sentidos, locomoções, cores, chãos lisos, objetos táteis, subir, descer, longe, perto, contar seus brinquedos, significação com a sociedade. O adulto possa ter percepção na curiosidade dela, pra que ela faça descobertas. A partir de dois anos: Mais coletivo, faz e contar vivências, histórias (e sentir autoestima) foguete-papel.  Quatro anos: Jogos, circuitos, bambolês, cabos de vassoura desenvolvendo coordenação motora, motricidade fina, ampla, construir histórias com capacidade mais. Não tem necessidade de ter as mesas na sala sendo substituídas por cantos temáticos na sala, filas foram  abolida.
A Educação infantil tem que respeitar as etapas desenvolvimento das crianças. Quanto menor a criança, mais movimento. A educação precisa atender o papel social.

YOUTUBE; Corpo e Movimento na educação infantil. (Vídeo 22m e 41s) Publicado em 25 de jul de 2012.  Disponível em: https://m.youtube.com/watch?v=TC3RpoTFb1w
 Acessado em Maio de 2018.
UNIVESP; O movimento do corpo infantil - uma linguagem da criança (Vídeo 13m 35s) Publicado em 26 de mai de 2011 Disponível em:   https://www.youtube.com/watch?v=X1UzQjKZVUA&app=desktop  Acessado em Maio de 2018